O EDITO - Encontro sobre Educação Inclusiva Total é um evento diferente, organizado por segmentos da sociedade que possuem a determinação e o sonho de ver o país, o Estado e as cidades alcançando um novo patamar na promoção dos Direitos Humanos.

Direitos Humanos, democracia e acessibilidade são indissolúveis, pois representam o respeito e a valorização da diversidade humana, como instrumento de bem estar e de desenvolvimento.

Para ser cidadã ou cidadão, cada pessoa, única e singular, precisa conviver com toda a sociedade e oferecer a todos o seu saber e as suas habilidades, em uma troca de permanente aperfeiçoamento.

 Incluindo
Antigamente falava-se em Integração, conceito que propunha o preparo da Pessoa com Deficiência para o convívio em sociedade, objetivando sua inserção na vida produtiva, social e comunitária.
Hoje, falamos de Inclusão, um processo que, apesar de abranger a Integração, propõe mudanças significativas no modo de agir diante das deficiências.
A sociedade muda sua postura e promove as adaptações necessárias para oferecer condições de dignidade às Pessoas com Deficiência, o acesso universal a todos os recursos existentes.
Assim, todos fazem a sua parte e esse conjunto altera o modo de vida das pessoas... para melhor.
Muito melhor.
 
 Quem são:
Pessoas com deficiência são aquelas que apresentam algum tipo de limitação funcional. Essa limitação pode ser permanente, temporária, total, parcial, congênita ou adquirida e também pode ser subdividida em:

•AUDITIVA: comprometimento da audição, o que pode levar a problemas relacionados à fala;
•FÍSICA: disfunção nos movimentos de um ou mais membros: superiores, inferiores ou ambos;
•MENTAL: diferentes níveis de deficiência no desenvolvimento intelectual (não devendo ser confundido com o doente mental);
•VISUAL: com perda total da visão ou visão subnormal;
•MÚLTIPLA: portador de mais de uma das deficiências acima citadas.
 
 Reflexão:
Desde os tempos do Brasil Império, a postura diante das pessoas com Deficiência tem mudado constantemente, passando por várias linhas diferentes de raciocínio, postura e tratamento.
Enfim, embrenhados neste século de modernidades, encontramos as noções de Inclusão permeando a ação frente ao Deficiente.
Óbvio é que a sociedade moderna solicita um tempo maior para conceber novas maneiras de pensar e agir dentro das deficiências. E óbvia também é a necessidade de que as iniciativas públicas e privadas envolvam-se com essa causa, oferecendo suporte e respeito a uma idéia que, de tão simples, torna-se bastante complexa: Somos todos iguais.

Somos mesmo?
 

 
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